Senac

Rio Grande do Sul

Artigo

Inteligência emocional em tempos do coronavírus.

por Rubiel Cardoso de Souza

Vive-se hodiernamente uma pandemia que ultrapassa fronteiras e espaços, atingindo etnias diversas e todas as classes sociais sem distinção: falo do Coronavírus.

Não é de hoje que a humanidade, de tempos em tempos, enfrenta calamidades e pandemias. Vamos citar dois exemplos. No século XIV, a Europa teve um terço de sua população dizimada devido à peste bubônica, segundo não poucos historiadores. A gripe espanhola do vírus influenza, conhecida como a gripe de 1918, em pouco tempo infectou aproximadamente 500 milhões de pessoas, isto é, um quarto da população mundial. Poderíamos ainda falar de outras pandemias, não obstante, vamos ao Coronavírus que traz consigo algumas peculiaridades.

O mundo hoje é globalizado e permite que as informações sejam mais rápidas e compartilhadas quase que instantaneamente. Mas não são somente relações de cunho cultural que são transmitidas rapidamente. A facilidade e a possibilidade de viagens transcontinentais trazem em seu bojo também aquilo que é biológico, um exemplo? O Coronavírus.

Esse vírus teve sua origem em uma região específica, contudo sua disseminação logo se espalhou por todos os continentes. A questão é séria e exige atenção máxima, não negamos os fatos. Mas a pergunta que ecoa é: a humanidade vai superar esse momento periclitante? Sim. Acredito que sim! Em todo percurso histórico da humanidade, houve diversas calamidades a serem enfrentadas, como: desastres naturais, guerras e pandemias. Isso não é novidade aos seres humanos. Mas por que falo isso? Porque o que fez a humanidade chegar aonde chegou não foi a inteligência de um filósofo, de um cientista, ou de algum gênio em particular, mas sim a inteligência colaborativa. Quero dizer com isso que só foi possível a permanência humana na terra quando se entendeu que “uma andorinha só não faz verão”, como dizia Aristóteles e depois replicada na canção do “Trio Parada Dura”, claro, para os que conhecem o sertanejo raiz. Foi somente na coletividade, na inteligência colaborativa, que os seres humanos chegaram aonde se encontram.Portanto, urge a necessidade de uma inteligência emocional que extrapole a individual, isto é, uma inteligência emocional que seja coletiva, que atente para o momento.

É o período de se colocar em prática o que diz a inteligência emocional, não só na teoria, mas sim na prática. Medo e pânico só fazem com que a imunidade dos seres diminua e que não se tenha esperança e reação diante da pandemia atual.

Inteligência emocional fala de empatia e de equilíbrio, tudo o que se precisa no momento. Fé e esperança são fundamentais em cenários como esse, da mesma forma aceitar aquilo que a ciência fala é imprescindível! Acatemos as recomendações daqueles que estão imbuídos de corpo e alma na questão e resolução do Coranavírus. Todo o cuidado é pouco! Usemos de inteligência emocional neste momento. Pode soar como trivial: porém, aquele quilo comprado a mais no mercado para estocarmos no armário, pode faltar ao próximo. Se essa for a atitude, revela falta de empatia, mais do que isso, falta de inteligência emocional em tempo de crise. Acredite! Este tempo adverso irá passar, uma vez que façamos a coisa certa. Não é porque o tempo está nublado e chuvoso que o sol deixou de existir! Ele voltará a brilhar! Viva a vida com inteligência emocional sempre!

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