Senac

Rio Grande do Sul

Artigo

Educação e sustentabilidade ambiental

por Paulo Renato Gomes Bandeira - Professor do Senac Camaquã

Atualmente vivemos uma época de acontecimentos diferenciados do que já vivido, onde se manifestam extremidades em relação ao clima e ao aparecimento de grandes problemas nas áreas produtivas de alimento do planeta. Tais problemas se devem a ação antrópica, que promove uma grande pilhagem dos recursos naturais que nosso mundo tem a oferecer, transformando-o em um grande parque de retirada de matéria prima e ao mesmo tempo um gigantesco depósito de resíduos.

Somos sabedores que, aplicando-se uma política que promova a importância da educação ambiental voltada principalmente para a sustentabilidade já nas escolas primárias, criaremos nas novas gerações a devida mentalidade conservacionista será muito mais fácil implementar políticas que visem à utilização sustentável dos recursos. Porém não podemos esperar resultados imediatos e sim reflexos para daqui seis ou sete gerações.

Muito mais que a simples causa do meio ambiente, a educação ambiental está voltada para a sustentabilidade e analisa um amplo aspecto de fatores que leva em consideração também os indivíduos afetados pelas atividades e ameaças a comunidades sujeitas às consequências danosas das práticas predatórias. Assim deve-se também ter em mente que a educação ambiental voltada para a sustentabilidade tem que prever a redução da vulnerabilidade dessas pessoas.

No entanto, é necessário que além da educação ambiental ou sustentabilidade ambiental, às práticas contrárias sejam combatidas e punidas rigorosamente já nos dias de hoje.  Com a inserção desse tema de forma interdisciplinar nas escolas, podemos atingir diretamente o problema, pois o maior mal está impregnado de forma cultural. Sendo assim, no momento que a educação e a sustentabilidade ambiental forem um fator cultural, aí sim, teremos uma mudança drástica nas ações e comportamentos da sociedade.

Torna-se com isso, a sociedade em questão, um grande aliado na defesa e preservação do meio ambiente. Pois dele, será retirado apenas aquilo que se necessita realmente para a sobrevivência da espécie.

Tenho presenciado em sala de aula, uma grande motivação por parte do corpo estudantil na qual os alunos debatem sobre o tema, cobram e se prontificam para a realização de conscientização e mudança em prol da preservação do meio ambiente. Alunos que em seus municípios cobram da sociedade uma postura mais correta. Alunos que apontam a falha e ensinam que é errado fazer as coisas daquela forma, e que o correto seria daquela outra maneira.

Outra coisa que me chamou a atenção foi a iniciativa de alguns estudantes, que por sua vez, enfatizaram a importância do descarte correto de resíduos de pilhas e baterias. Tomando a iniciativa de construir coletores, divulgar a forma correta do descarte e sua importância, e cobrar dos órgãos competentes o cumprimento da legislação. Tal feito levou o município a incentivar tal prática.

Encerro deixando a seguinte mensagem de Leonardo Da Vinci: “Não basta saber é preciso saber fazer.”

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