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Rio Grande do Sul

Artigo

A sensibilidade dos processos de recursos humanos em consonância o conceito de humanização hospitalar

por Maciel de Toni

O desenvolvimento do processo de seleção nas organizações de saúde tende a estabelecer de forma fria um ideal de colaborador, determinando o roteiro de atividades que devem ser construídas e desenvolvidas, estimulando para que as tarefas sejam organizadas e executadas de forma tácita e explicita, uma vez que em sua maioria não tem a versão humanística envolvida pelo gestor e nem no próprio processo. Isso gera, na grande parte das equipes de trabalho uma tendência de construção fora da sensibilidade que o processo em si solicita.

O colaborador que utiliza de seu maior sentimento em atuar na área de saúde, engrandecendo o processo e acima de tudo a própria atuação determina um exponencial diferencial à sua execução, pois o cliente que recebe o atendimento, a atividade, ou mesmo, a rotina de trabalho, percebe que existe uma grande oportunidade de ser muito mais oportuna essa experiência dentro das próprias instituições de saúde.

A humanização vem sendo uma das principais características desenvolvidas nos colaboradores, em especial, na tangente ao processo que sensibiliza o cliente externo em reconhecer que o colaborador pode e ajudou de forma tácita e exponencial a realidade da maioria dos colaboradores. A consonância do roteiro de trabalho sensível ao processo de entrada de colaboradores na instituição é atualmente e torna-se cada vez mais, importante e fundamental para a melhor referência que a casa de saúde tende a buscar em todos seus processos e desenvolvimento de seu quadro de colaboradores. 


Oportunamente, constatamos que a humanização nas organizações de saúde faz-se necessária não só pelo entendimento que a mesma gera frente aos clientes internos e externos, mas sim, pelo próprio sentimento de pertencimento que a mesma gera nos colaboradores que se empoderam dessa qualidade, competência e característica.

A cada dia e cada vez mais, devemos considerar que a empatia é uma competência essencial para desenrolá-la das rotinas de trabalho. O maior questionamento dos processos é a humanização empírica ao sentido de estarmos clientes internos e consequentemente a prevalência de realmente sermos pessoas melhores, sem considerar o falso julgamento de pessoalidade e, por isso, é importante a reflexão de nossos processos seletivos com a nuance de termos o melhor sentimento da realizado do mesmo.

Podemos perceber que muitos autores da área caracterizam a humanização como uma pratica, pois todos os dias nos deparamos com circunstâncias e momentos em que, para a área da saúde são funcionais, devendo dar os devidos créditos à gestão de pessoas e os próprios recursos humanos dessas instituição, que são, sem a menor sombra de dúvida, o maior fortalecedor de laços, vínculos, pertencimento e engajamento de dos os envolvidos. 

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